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Devido a data de emissão deste jornalzinho optamos por fazer a Prestação de Contas 2006 e agregar dados e atividades para a Prestação de Contas 2007.
Como em todos os anos de nossa vida, mais uma vez, temos motivos para agradecer a Deus e aos nossos colaboradores, pelo auxilio que temos recebido no cumprimento da nossa missão.
2006
Nossas Crianças
Durante o ano de 2006, a Vila Acalanto abrigou 106 crianças. Foram reintegradas às famílias biológicas 29 crianças e, em famílias substitutas, por adoção outras 40. Houve transferência de 1 criança por motivos de saúde e a ocorrência de um óbito.
A Vila Acalanto acolheu varias crianças no decorrer do ano, provindas por conseqüências dos mais diversos problemas sociais e familiares, do total de crianças recebidas durante 2006, 48 estavam nos primeiros dias de vida, muitos prematuros. A grande maioria encaminhada pelo Foro Regional de Santo Amaro e as demais por outros Foros da Capital e pelos Conselhos Tutelares.
2007
Até o mês de julho deste ano, 2007, a Vila Acalanto abrigou 68 crianças, sendo que 11 retornaram às famílias biológicas e 14 foram adotadas, aconteceram também 3 transferências.
A Vila Acalanto tem trabalhado em estreita colaboração com às Varas da Infância e Juventude no processo de encaminhamento das crianças para a família biológica ou substitua. Prosseguiram o acompanhamento e avaliação dos casos, com entrevistas e atendimento individuais prestando todo o auxilio possível no plano material e de orientação às famílias.
Realizaram-se varias visitas domiciliares, encaminhando os relatórios às Varas correspondentes, assim como foram realizadas visitas nos foros regionais com as crianças e participando em audiências.
Queremos destacar que a transferências de crianças não é uma praxe da Vila Acalanto, exceto em casos excepcionais, para juntar irmãos, ou, por motivo de saúde grave, que não possamos cuidar.
Conclusão
A Vila Acalanto não conta com auxilio de nenhum órgão governamental nem com trabalho específico orienta para ações de marketing, mas, conta com a força de Deus e a generosidade de pessoas, tanto físicas como jurídicas comprometidas com a sua missão.
Veja o quadro de nooso Balanço Patrimonial de Janeiro a Dezembro de 2006
Ao apresentarmos estes dezoito meses com nossa missão cumprida, parcialmente, porque ela nunca termina, temos que agradecer a Providencia e a todos aqueles que sensibilizados com nossa atividade colaboram com a Vila Acalanto de diversas formas e celebrar, sim celebrar as conquistas realizadas em benefícios de todas as crianças que viveram aqui e as que continuam conosco.
Não é fácil, mas, avançamos em nosso projeto porque muitos corações se abriram para o amor, a solidariedade e a responsabilidade social.
Quem caminhou e caminha conosco sabe o quanto tem sido - e continua sendo - importante a colaboração pessoal para a continuidade desta obra mantida exclusivamente pelo amor e doação de todos aqueles que, de uma ou outra forma, contribuiram para o sucesso e crescimento da Vila Acalanto.
Comentários
Estamos abrigando o máximo número de crianças permitidas conforme o Estatuto da Criança e Adolescente. Mantemos para o atendimento das mesmas o número de necessário de pessoal, conforme visto no item correspondente, assim como pessoal especializado de apoio e desenvolvimento nos contatos com as famílias e comunidade.
Todo o pessoal e registrado e seus encargos sociais são pagos em dia, assim como sempre que possível, são fornecidas cestas básicas de complemento de salário. Esperamos ser coerentes com nossos princípios, pois, a Vila Acalanto deve ser um lugar feliz não somente para as crianças, senão também, para todos os que nela trabalham.
A construção da Capela da Vila Acalanto, ponto de encontro com a comunidade, em conseqüência da construção da brinquedoteca e da cobertura do córrego, ocasionou a utilização de nossa reserva
técnica, que estimamos fundamental recompor, e que deve ser pelo menos suficiente para a cobertura de um mês de gastos.
Um ponto que tem nos ocasionado muito desconforto é a cobrança de manutenção de títulos vencidos na instituição bancaria na qual emitimos os boletos até o mês de junho de 2007 que, como pode ser observado, foi enorme, a Diretoria está discutindo com esta instituição bancaria o ressarcimento de uma parcela deste gasto. A mudança de processo de emissão de boletos para outro banco, também não foi fácil, e originou que durante um período os mesmos tiveram dificuldades de emissão. Ainda que muitos colaboradores, sensíveis com a situação, tenham depositado suas contribuições, também diminuiu nossa reserva, como falamos, hoje inexistente e a recompor.
Muitas obras ainda devem ser feitas, contamos com todos para que possamos realizar todas elas.
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